quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Que nunca falte o amor

Amor, uma palavra linda, muito bonita no papel, tem um valor imenso até no céu, mas incompreendida pelos humanos, que às vezes como desumanos, tentam destruir o que de mais belo o criador pode deixar. 

O amor que sustenta e que levanta, encoraja e dá animo pra viver, pois sem ele não precisava existir coração, não haveria perdão, e nenhuma chance da raça humana sobreviver. 

Amor, tão propagado, cantado, porém, não se vive de forma intensa, e em algumas vidas parece que há tempos desapareceu, pois suas atitudes não condizem com o que declama, pois até as lágrimas que derrama, mas parece remorso por algo cometido, não estando arrependido, pois um verdadeiro amor demonstra jamais ter conhecido. 

Amor que supera o ódio, que reata casamentos, acaba com sofrimentos, nos faz entender que o autor continua feliz com sua criação, por ser algo que saiu do seu coração, e que jamais poderá negar, seja lá pra quem for, pois faz parte de sua essência, de sua existência, pois o seu nome é o próprio amor.

Amor vivido, por vezes não compreendido, mas que jamais se pode mensurar, pois cada um ama do seu jeito, onde o importante é o respeito, é saber amar, mas contanto que seja puro, de verdade, sem nenhum vicio ou maldade, que traga paz ao coração, que promova a união, uma fé longa, infinita, cada vez mais bonita, pois é desejo do Mestre que encontremos o caminho, que sigamos seus ensinos, que não vivamos sozinhos, mas que em nossas vidas, nunca venha faltar o AMOR.

domingo, 13 de agosto de 2017

Um dia que ficou marcado

Foi um domingo como esse, 13 de agosto de 1989, o dia em que pela primeira vez estive diante de um púlpito, no altar de Deus para falar do amor de Cristo. Meu pastor na época, Domingos Lopes, tinha avisado de que eu daria uma palavra, no que pediu pra que eu arrumasse uma camisa manga longa, onde creio eu, que o Senhor já estava lhe revelando de que eu seria ministro um dia. E assim, naquela noite, o clima estava todo preparado, a preletora seria minha prima Gerlley Maria, e entre os convidados ilustres daquela noite, estava meu amigo Moacir Junior. 

O primeiro versículo lido foi Gálatas 2.20, em que falei um pouco de minha conversão, que assim como Saulo, eu era religioso, pensava que da forma que agia estava correto, pois procurava defeitos e justificativas para não abandonar a religião que praticava. 

Mas ali, ao pronunciar as primeiras palavras, a atmosfera mudou, e um clima diferente tomou conta da igreja, o Espírito de Deus se manifestou de uma forma tremenda que não teve pregador oficial, pois tamanho era o poder de Deus, e a noite daquele dia ficou marcado em minha vida, pois meu amigo Moacir Junior, se entregou a Cristo, no que acredito, não pelas minha palavras, mas Deus confirmando ali em minha vida o seu chamado para sua grande obra

Apenas lembranças