quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Eu quero alegria

Numa certa cidade da Inglaterra, um homem procurou o médico e expôs o seu problema. Sentia-se vazio e inútil, um tédio terrível dominava sua pobre vida. Não tinha prazer em nada. O médico disse-lhe então:
- O senhor deve fazer uma viagem por terras desconhecidas e ficará bom.
- Doutor, já percorri o mundo todo, e fico cada vez pior.
- Então o senhor deve descansar numa fazendo, gozando da paisagem e respirando ar puro...
- Doutor, voltei há pouco de uma linda fazenda e nada adiantou. Sinto um vazio dentro de mim que não suporto, já pensei até em suicídio.
- Experimente aproveitar a vida, vá a bailes, saia com mulheres...
- Doutor, há mais de vinte anos que faço isso, e a infelicidade é ainda maior.
O médico não sabia mais o que recomendar a seu paciente. Lembrou-se então, que havia na cidade um famoso circo e que um palhaço notável fazia todo mundo rir. E o médico disse ao homem em tom de brincadeira:
- No circo que chegou à cidade tem um palhaço engraçadíssimo, ele faz todo mundo rir. Quem sabe assim o senhor terá pelo menos alguns momentos de alegria...
O homem respondeu:
- Doutor, esse palhaço sou eu.

O palhaço fazia todo mundo rir, mas era triste. Isto nos faz pensar em pessoas que estão sempre "resolvendo" os problemas alheios, quando a sua própria vida está mergulhada num oceano de amargura e tristeza, cheia de conflitos.

Onde acharemos a verdadeira alegria? Alguns procuram no dinheiro, no entanto, quando alcançam a riqueza, percebem que o vazio permanece. Outros procuram nas bebidas, sexo, esportes, jogos ou em passeios. Depois de experimentar tudo, algo grita dentro do homem, como que clamando por socorro, pois nada lhe trouxe alegria permanente, duradoura. Ele continua sendo o mesmo infeliz, porque a maior necessidade de sua vida está na alma.

Somente uma pessoa pode satisfazê-lo e proporcionar a verdadeira alegria: Jesus Cristo. 
 
 
Por Josias Aristich
Mensageiro da Paz, Abril de 1996, página 28.

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